Pela segunda vez, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou o pedido de habeas corpus preventivo feito pelo ex-ministro José Dirceu que teme ser preso pela Operação Lava Jato.

Ele foi citado em delação premiada pelo lobista Milton Pascowitch, como receptor de cerca de R$ 1,5 milhão para intermediar contratos da empresa Engevix com a Petrobras.

O pedido de reconsideração, feito na última quarta-feira (8), foi examinado pelo juiz federal Nivaldo Brunoni, o mesmo magistrado que na semana passada indeferiu o primeiro pedido de habeas corpus.

Segundo informação da Agência Brasil, o juiz manteve os argumentos de sua primeira decisão. O magistrado entende que o receio de ser preso não justifica um habeas corpus preventivo do Judiciário.

A demanda dos advogados de defesa de José Dirceu ainda será avaliada por um colegiado formado pelo juiz e mais dois desembargadores do Tribunal Regional Federal.
Segundo nota oficial, não há data prevista para a apresentação no colegiado.

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